sábado, 28 de janeiro de 2012

Ele também não tira férias.



Depois de um tempo a gente descobre que nem todos tiram férias e que se a gente quiser algumas coisas perduram na nossa vida. O amor não tira férias, a felicidade não tira férias, a gratidão também não, mas as coisas ruins a gente faz questão de manter por perto.

Então nos cabe escolher quem vai ficar próximo da gente, as pessoas não são tão fiéis, as pessoas erram também, elas tem medo, sentem sozinhas, gostam de ser visitadas, gostam de presentes e também de dar. O que elas esquecem é que de vez em quando precisam ser lembradas que o Amor existe e precisa ser cultivado, exercitado no coração sem esquecer de vivenciar na vida dos outros.

Segue abaixo uma breve reflexão, e por favor não deixem de amar:


"Descobri que quase tudo que já foi escrito sobre o amor é verdade.

Shakespeare disse: "encontro de amor é jornada finda".



Que ideia maravilhosa! Pessoalmente, eu nunca passei por nada parecido com isso. Mas estou convencida de que Shakespeare já. Suponho que penso no amor mais do que deveria; me admira o grande poder do amor em alterar e definir as nossas vidas. Shakespeare também disse que o amor é cego. Isso é uma coisa da qual eu tenho
certeza.

Para alguns, sem explicação, o amor se apaga.Para outros o amor simplesmente se perde.. ou brota quando menos se espera, mesmo que seja só por uma noite.

No entanto, existe outro tipo de amor. O mais cruel... aquele que quase mata suas vitimas.

Chama-se "amor não correspondido".

E eu sou especialista nele. A maioria das histórias de amor falam das pessoas que se amam mutuamente. Mas, o que acontece com os demais? E as nossas histórias? Aqueles que se apaixonam sozinhos? Somos vitimas de uma relação de mão única. Somos os amaldiçoados dos amantes, somos os não amados. Os que caminham feridos, os deficientes sem uma vaga exclusiva..."

trecho do filme: O amor não tira férias

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Começar o ano com Dom Bosco.

Dia 31 de janeiro comemoramos o dia de São João Bosco
Pai e mestre da juventude e fundador dos Salesianos, das Filhas de Maria Auxiliadora e dos Cooperados Salesianos.



O sonho profético aos nove anos e somente próximo da morte que foi compreender. Mas Cristo deu sua mãe como Mestra para Dom Bosco e seus Filhos.


No ano passado iniciou a preparação para o Bicentenário do nascimento de Dom Bosco. Conhecer a vida dele, a pedagogia de amar e educar os jovens e sua espiritualidade da mansidão, do amor, da firmeza, do trabalho e da prudência mantém até hoje viva esta chama de evangelizar esta querida juventude.

Confira: http://sdb.org/index.php?linguanewsletter=5&ids=10&sott=29&doc=Documenti/2011/_5_19_32_1_68_.htm&ty=3





Brasão da Sociedade Salesiana:


O brasão salesiano apareceu pela primeira vez na circular de Dom Bosco de 8 de dezembro de 1885, desenhado pelo Prof. Boidi.

“A estrela radiante, a grande âncora, o coração abrasado simbolizam as virtudes teologais. A figura de São Francisco de Sales lembra o Patrono da Sociedade. O pequeno bosque na parte de baixo lembra o Fundador. As elevadas montanhas significam as alturas da perfeição à qual devem tender os membros da Congregação. A palma e o louro que, entrelaçados, abraçam o escudo até o meio, são emblemas do prêmio reservado a uma vida sacrificada e virtuosa. O mote Da mihi animas coetera tolle exprime o ideal de todo salesiano”.


Temos a Estréia deste ano:

http://sdb.org/index.php?ids=19&sott=32&doc=Documenti/2012/_5_19_39_12_1_.htm&ty=3


Estreia 2012 Reitor Mor - português from Ass.ne Missioni D. Bosco ONLUS on Vimeo.

Fonte do vídeo: http://vimeo.com/missionidonbosco

domingo, 15 de janeiro de 2012

Ser diferente quando todos são iguais.




Todo ano as pessoas fazem suas listas de coisas, atitudes e maneiras de começar um ano bem, um ano sem repetir as mesmas manias e tentar inovar. Porém, isso não acontece de fato porque as pessoas não estão interessadas em fazer um exame de consciência, meditar um pouco e ver realmente que a primeira mudança é no coração e na mente, o restante vai acontecendo.

As pessoas tem a tendência de deixar tudo para a última hora, para depois ou para que os outros possam resolver aquilo que de fato só você pode resolver. Me vejo novamente pensando na vida, nas atitudes que eu fiz, nas coisas que deixei passar por bobeira ou por egoísmo, pelas pessoas que deixei de amar por não estar tão próximo, de estar observando ou porque a "meu santo" não bateu. Aí me pergunto: Que tipo de Cristão eu estou sendo?




É fácil amar quem está perto, quem é fácil de lhe dar, quem tem simpatia para conosco. O restante torna-se um desafio, uma conquista, um ato de coragem que podemos chamar de amor, sim amor ao próximo. Estou vivenciando isso na pele, pois resolvi dar férias para os meus pré conceitos e vivenciar uma nova experiência que está mexendo muito comigo.

De fato vejo que minha vida foi feita para servir, para doar, para que eu posso ser canal da graça, do amor de Deus para todos aqueles que eu encontrar no caminho. Meus pais diziam isso para mim desde que me entendia por gente, eu sempre consegui chegar nos corações das pessoas, até das mais duras, conseguia reunir amigos de vários setores em festas e eventos sem dar brigas, conseguia dialogar com várias religiões e credos.








E hoje vejo que meu lugar é no meio do povo, daqueles que precisam, sei que todo mundo precisa de alguém, mas sempre há aqueles que necessitam mais.

Quem eu não sei ainda, mas sei que estou no caminho certo. Pretendo não continuar igual em 2012 porque as pessoas espeeram mais de mim do que eu mesmo, então vou fazer o exame de consciência, aquietar meu coração e entrar em sintonia com Deus para que minha vida continue sendo este canal e esta maravilha que sempre foi.




Meu Deus peço me conduza por caminhos por onde nem todos gostam de andar. Que eu possa continuar sendo esta pessoa estranha, mas que de fato consegue chegar a todos e que meu sorriso possa alegrar não somente quem está do meu lado, mas a todos que procuram para começar um belo dia.

sábado, 31 de dezembro de 2011

Celebrar o Ano que se foi. E dar boas vindas ao que chega.



Queria dizer a todos:

Não importa o quanto você tente ajudar as pessoas, elas não entendem que nem sempre um não, um talvez e um adeus seja a melhor coisa que acontece na sua vida para que ela melhore.

Há pessoas que sofrem porque estão acostumadas, estão domesticadas a ter isso e o novo assusta, a mudança faz crescer e o aprendizado gera maturidade.



O que fazer? Não sei, mas como Pilatos há dias que é a melhor coisa é lavar as mãos e crer que um dia estas pessoas encontrem a luz que vem de Cristo e não das pessoas. O ser humano é falho, é inseguro e sempre tem que fazer opção, para ganhar é necessário que alguém perca e para morrer é necessário que haja vida.

Será que vale a pena continuar se domesticando? Eu fiz a opção de mudar e aguardo com confiança o que foi confiado, e deixo para todos os meus votos de bom 2012 e que contem comigo sempre.

Celebrar a vida é celebrar a vontade de Deus na sua e na vida de todos. Então, não tenha medo de dar boas vindas a este ano que tem um dia a mais, bons feriados, mas só não esquecem de uma coisa: Não deixem de lado Deus.

Segue abaixo um belo vídeo para inspirar a vida de todos este ano.



Abraços do seu amigo de sempre..

Fernandes - O Pessoa

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Estar próximo de ti.

Durante alguns períodos de nossa existência nos questionamos muito a respeito de várias coisas que não encontramos respostas fáceis, prontas e que nos confortam de primeiro momento. Não é fácil viver na dúvida, viver na procura das coisas, viver sendo uma pessoa boa e batalhadora, viver na espera de acontecer somente coisas boas e viver na esperança de um mundo melhor.

Com todos estes questionamentos que estão envolvidos em nossas vidas, ainda temos que compartilhar com os outros os deles também. Não que sejamos obrigados a fazer isso, mas se somos seres afetivos, aptos a ter um vínculo mais próximo com o próximo, reunidos e unidos por Cristo também somos chamados a testemunhar essa aproximação. A relação que Deus faz conosco todo dia vem provar nossa fé, não é fácil ser bom, fazer as coisas boas, estar disponível a todo momento, partilhar a vida, despojar-se da vida em prol a vida do outro.

É um exercício diário, é um ato de amor, é um vínculo tão bonito que ultrapassa qualquer fronteira, qualquer situação difícil, qualquer dificuldade psicoafetiva, social e espiritual. Por mais que as pessoas estão "carecas" de saber que temos que abraçar a cruz, carregar o fardo, suportar as dificuldades para que nossa vida tenha mais sentido, elas tem esquecido disso. Não sei se é um fato isolado ou se é mais fácil esquecer.



Digo isso não por convicção, mas por amizade mesmo. Sei que as vezes sou prolixo no sentido mais sentimental das relações, quero ver amigos, quero partilhar a vida, quero visitar, fico mandando e-mails e tal. É que eu acredito no poder das relações, no vínculo que fazemos com as pessoas e isso transforma a vida, é nisto que acredito piamente.


Eu fui chamado a fazer esta experiência com Cristo e por ser tão boa quero partilhar com todos, mas sei que a pressa é a nossa grande adversária, as pessoas estão tão apressadas em fazer, em obter, em resolver, em quase tudo e acabam esquecendo do esperar. É tão bom aguardar boas notícias, escutar a voz de quem mora longe, receber visita de quem chega do nada, de comer aquela comida boa sem ter culpa de engordar, isso sim é estar próximo ao amor, da alegria e fazemos da proposta de Deus um chamado constante na vida das pessoas, pois viver sempre convida as outras pessoas a viverem.


Não vamos deixar que a pressa nos aproxime da morte, não vamos deixar que nosso egoísmo afaste o encontro dos outros, talvez quando acordamos desta miopia as pessoas já tenham nos deixado, o amor de Deus passado e a sua vida não terá mais sentido. Se quiser ter vida porque não viver, se quiser ter alguém próximo de ti, deixe ficar na vida do outro também. E se quiser ter Deus próximo, basta ajoelhar e ser grato por estar aqui na Terra para fazer da sua vida uma fonte de vida para irrigar os corações do seu próximo.

Um feliz 2012 !! Que as suas propostas possam sair dos papéis !!
Talvez seja este o segredo para a felicidade, estar próximo das pessoas sem perder de vista o amor, a honestidade, a humildade e a pureza.

domingo, 25 de dezembro de 2011

A menina dos fósforos. Conto de final de ano.

Estava tanto frio! A neve não parava de cair e a noite aproximava-se. Aquela era a última noite de Dezembro, véspera do dia de Ano Novo. Perdida no meio do frio intenso e da escuridão, uma pobre rapariguinha seguia pela rua fora, com a cabeça descoberta e os pés descalços. É certo que ao sair de casa trazia um par de chinelos, mas não duraram muito tempo, porque eram uns chinelos que já tinham pertencido à mãe, e ficavam-lhe tão grandes, que a menina os perdeu quando teve de atravessar a rua a correr para fugir de um trem. Um dos chinelos desapareceu no meio da neve, e o outro foi apanhado por um garoto que o levou, pensando fazer dele um berço para a irmã mais nova brincar.

Por isso, a rapariguinha seguia com os pés descalços e já roxos de frio; levava no avental uma quantidade de fósforos, e estendia um maço deles a toda a gente que passava, apregoando: — Quem compra fósforos bons e baratos? — Mas o dia tinha-lhe corrido mal. Ninguém comprara os fósforos, e, portanto, ela ainda não conseguira ganhar um tostão. Sentia fome e frio, e estava com a cara pálida e as faces encovadas. Pobre rapariguinha! Os flocos de neve caíam-lhe sobre os cabelos compridos e loiros, que se encaracolavam graciosamente em volta do pescoço magrinho; mas ela nem pensava nos seus cabelos encaracolados. Através das janelas, as luzes vivas e o cheiro da carne assada chegavam à rua, porque era véspera de Ano Novo. Nisso, sim, é que ela pensava.

Sentou-se no chão e encolheu-se no canto de um portal. Sentia cada vez mais frio, mas não tinha coragem de voltar para casa, porque não vendera um único maço de fósforos, e não podia apresentar nem uma moeda, e o pai era capaz de lhe bater. E afinal, em casa também não havia calor. A família morava numa água-furtada, e o vento metia-se pelos buracos das telhas, apesar de terem tapado com farrapos e palha as fendas maiores. Tinha as mãos quase paralisadas com o frio. Ah, como o calorzinho de um fósforo aceso lhe faria bem! Se ela tirasse um, um só, do maço, e o acendesse na parede para aquecer os dedos! Pegou num fósforo e: Fcht!, a chama espirrou e o fósforo começou a arder! Parecia a chama quente e viva de uma candeia, quando a menina a tapou com a mão. Mas, que luz era aquela? A menina julgou que estava sentada em frente de um fogão de sala cheio de ferros rendilhados, com um guarda-fogo de cobre reluzente. O lume ardia com uma chama tão intensa, e dava um calor tão bom! Mas, o que se passava? A menina estendia já os pés para se aquecer, quando a chama se apagou e o fogão desapareceu. E viu que estava sentada sobre a neve, com a ponta do fósforo queimado na mão.

Riscou outro fósforo, que se acendeu e brilhou, e o lugar em que a luz batia na parede tornou-se transparente como tule. E a rapariguinha viu o interior de uma sala de jantar onde a mesa estava coberta por uma toalha branca, resplandecente de loiças finas, e mesmo no meio da mesa havia um ganso assado, com recheio de ameixas e puré de batata, que fumegava, espalhando um cheiro apetitoso. Mas, que surpresa e que alegria! De repente, o ganso saltou da travessa e rolou para o chão, com o garfo e a faca espetados nas costas, até junto da rapariguinha. O fósforo apagou-se, e a pobre menina só viu na sua frente a parede negra e fria.

E acendeu um terceiro fósforo. Imediatamente se encontrou ajoelhada debaixo de uma enorme árvore de Natal. Era ainda maior e mais rica do que outra que tinha visto no último Natal, através da porta envidraçada, em casa de um rico comerciante. Milhares de velinhas ardiam nos ramos verdes, e figuras de todas as cores, como as que enfeitam as montras das lojas, pareciam sorrir para ela. A menina levantou ambas as mãos para a árvore, mas o fósforo apagou-se, e todas as velas de Natal começaram a subir, a subir, e ela percebeu então que eram apenas as estrelas a brilhar no céu. Uma estrela maior do que as outras desceu em direcção à terra, deixando atrás de si um comprido resto de luz.

«Foi alguém que morreu», pensou para consigo a menina; porque a avó, a única pessoa que tinha sido boa para ela, mas que já não era viva, dizia-lhe muita vez: «Quando vires uma estrela cadente, é uma alma que vai a caminho do céu.»

Esfregou ainda mais outro fósforo na parede: fez-se uma grande luz, e no meio apareceu a avó, de pé, com uma expressão muito suave, cheia de felicidade!

— Avó! — gritou a menina — leva-me contigo! Quando este fósforo se apagar, eu sei que já não estarás aqui. Vais desaparecer como o fogão de sala, como o ganso assado, e como a árvore de Natal, tão linda.

Riscou imediatamente o punhado de fósforos que restava daquele maço, porque queria que a avó continuasse junto dela, e os fósforos espalharam em redor uma luz tão brilhante como se fosse dia. Nunca a avó lhe parecera tão alta nem tão bonita. Tomou a neta nos braços e, soltando os pés da terra, no meio daquele resplendor, voaram ambas tão alto, tão alto, que já não podiam sentir frio, nem fome, nem desgostos, porque tinham chegado ao reino de Deus.

Mas ali, naquele canto, junto do portal, quando rompeu a manhã gelada, estava caída uma rapariguinha, com as faces roxas, um sorriso nos lábios… mor ta de frio, na última noite do ano. O dia de Ano Novo nasceu, indiferente ao pequenino cadáver, que ainda tinha no regaço um punhado de fósforos. — Coitadinha, parece que tentou aquecer-se! — exclamou alguém. Mas nunca ninguém soube quantas coisas lindas a menina viu à luz dos fósforos, nem o brilho com que entrou, na companhia da avó, no Ano Novo.

Hans Christian Andersen

Os melhores contos de Andersen

Editora Verbo, s/d

Adaptação

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Querido Papai Noel você ..

Meu querido Bom Velhinho, hoje quase véspera de Natal estou escrevendo para ti como se fosse um desabafo. Pois o ano todo me comportei e hoje vejo que não vai vir aquilo que eu tanto queria de presente de Natal.

Sei que a culpa não é sua, é por causa da inflação, da crise na Europa, das catástrofes naturais, do efeito estufa, das mortes no Oriente Médio, da intolerância dos homens contra os seus semelhantes,
da falta de humanidade dos homens em maltratar os animais, da fome na África, das descobertas de outros planetas e a falta de irradicação da fome no mundo.


E pergunto quem é que dá o verdadeiro presente, você ou o Cristo que vem ao nosso meio e quer morar com a gente? Em quem acreditar?

São tantas coisas né velho Noel que percebo que a vida não está sendo mais fácil, as crianças não acreditam mais em você, os jovens perderam o respeito e começam a caçoar fazendo da sua imagem produtos para o capitalismo selvagem, fora que a sua imagem já está um pouco desgastada.



Te compreendo se não quiser passar aqui em casa este ano.
Mas não fica triste não, eu ainda acredito na sua iniciativa em querer que toda criança tenha pelo menos um brinquedo, não somente no Natal mas o ano todo.

Também sei que o homem poderia fazer da sua vinda como gesto concreto para preparar a vinda daquele que realmente é o Senhor deste dia: o Cristo.
Seria falta de consideração em dizer para ti que um dia eu te esqueci, não porque cresci.


Mas porque eu vi que o verdadeiro sentido de comemorar era para o Filho de Deus e não para ti, e apesar de morar tão longe, eu ainda guardo no meu coração a expectativa de ser p
resenteado. Hoje vejo que o maior presente é a minha vida em prol aos outros e anunciar aquele que nem todos conhecem.

Apesar dos contratempos meu querido Noel, te desejo Boas festas. Eu ainda te espero, mas hoje como seu amigo e não como um ser capitalista.

Abraços fraternos,
O Pessoa.

Valeu !!

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